Nem toda dor de dente tem a mesma origem
Cárie, trinca, inflamação gengival, trauma, sensibilidade e alterações na polpa podem causar desconforto. Por isso, localizar a dor sozinho nem sempre revela qual dente ou estrutura está envolvida.
Quando a polpa — tecido localizado no interior do dente — sofre inflamação intensa ou infecção, o tratamento de canal pode ser indicado. A decisão deve combinar sintomas, exame clínico e imagens.
Sinais que merecem avaliação
Dor espontânea, sensação pulsátil, piora ao deitar, sensibilidade prolongada ao quente ou ao frio, inchaço e mudança de cor são sinais relevantes. Um dente também pode precisar de tratamento mesmo sem dor, quando uma alteração aparece em radiografia.
Analgésicos podem reduzir o sintoma temporariamente, mas não tratam a causa. Adiar a avaliação pode permitir que a infecção avance e torne o quadro mais complexo.
Como o diagnóstico é feito
A dentista conversa sobre a evolução dos sintomas, examina dentes e gengiva e realiza testes específicos. Radiografias ajudam a observar raízes, restaurações, cáries e o osso ao redor.
Só depois dessa investigação é possível diferenciar um caso que precisa de canal de outro que pode ser tratado com restauração, ajuste de mordida, cuidados gengivais ou acompanhamento.
O objetivo é preservar o dente
Quando indicado, o canal remove o tecido comprometido, limpa o sistema interno e sela o espaço. Depois, o dente precisa de uma restauração compatível com a quantidade de estrutura remanescente.
Buscar atendimento cedo amplia as possibilidades de tratamento. Se você está com dor ou sensibilidade persistente em Niterói, converse com a Dra. Carolina para avaliar o caso.
